Paula Teles, presidente do Instituto de Cidades e Vilas com Mobilidade, esteve presente no Prós e Contras num debate sobre Mobilidade Urbana, na RTP

Paula Teles, presidente do Instituto de Cidades e Vilas com Mobilidade, esteve presente no Prós e Contras num debate sobre Mobilidade Urbana, na RTP

 

 

Paula Teles, presidente do Instituto de Cidades e Vilas com Mobilidade, esteve presente no Prós e Contras de 3 de junho de 2019, na RTP1. “Hora de Ponta” é o título do debate sobre Mobilidade Urbana.

 

Em conversa com o Vereador da Câmara Municipal de Lisboa, Eng. Miguel Gaspar, o Subdiretor da NOVA Information Management School, Dr. Miguel Castro Neto, o Professor Catedrático de Geografia na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Dr. Rio Fernandes e com o Eng. Mário Alves, especialista em Transporte e Mobilidade, a Eng.ª Paula defendeu que a Mobilidade é um tema muito difícil e muito complexo, mas que já vê um esforço por parte de políticos, professores e engenheiros em trabalhar a forma como as cidades se organizam.

 

Segundo Paula Teles, ” hoje, percebemos que esta atitude de “trânsito”, engarrafamento, congestionamento, não é apenas um problema da engenharia clássica, é um problema do território físico, enquanto infraestrutura, e do território social”.
Quando se aborda os especialistas desta área, o seu objetivo não é apenas ter uma cidade com mobilidade, aquilo que se pretende é que os cidadãos tenham uma cidade com qualidade de vida.
Ao pensar numa Cidade com Mobilidade, para além das alterações climáticas e do aumento do envelhecimento ativo, é necessário pensar no direito à cidade.
As cidades são cada vez mais complexas, os técnicos e os políticos têm que a ver como se fosse uma célula viva. Todas as dinâmicas que acontecem 24h por dia, acontecem porque a cidade está assente numa estrutura muito viva, as pessoas.

 

“Há pouco espaço público, parece que o espaço público é o que resta do automóvel.”. Foram dezenas de anos a desenhar neste conceito, desenhar a cidade para o automóvel e o que sobra é para o peão. Hoje, é necessário que restringir aquilo que é o tapete ou o asfalto, pois os outros modos têm que ter muito mais espaço, permitindo assim valorizar o meio ambiente e a acessibilidade para todos, universal com mais segurança e conforto.

 

Num debate, onde a redução do carro nos espaços públicos, a priorização do peão face aos restantes modos de transporte e proporção entre qualidade de vida e turismo ainda não estão determinadas, criam-se conceitos e estratégias com fundamentos em conhecimento, estudos e experiências reais nas autarquias portuguesas.

 

 


Pode rever o Prós e Contras em www.rtp.pt.

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